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IMPRESSÕES DO URUGUAI

Gerente do Sugar Loaf Ocean Club & Spa

A primeira impressão que ficou gravada em mim do Uruguai foi que tudo funcionava. Como podia ser isso a América Latina? Onde estava a pobreza nas ruas? As estradas eram perfeitas? O tráfego era ordenado? Tinha leis e as pessoas realmente as cumpriam? A policia não podia ser subornada?

Percebi que América Latina não era como eu a tinha conhecido. Havia teatros por todos os cantos, arte, livrarias em cada esquina, cafés, cultura. A forma em que o espanhol era pronunciado e os sobrenomes Lorenzo, Musso e Galione pareciam italianos. Parecia tão europeu!

Isso foi até eu conhecer um vizinho que me deu as boas vindas com um amplo sorriso e um beijo na bochecha. Fiquei surpreso por sua cordialidade (na maioria dos países latinos, os InÍcions apenas beijam as mulheres), porém depois comecei a sentir o clima familiar do coração uruguaio e lembrei que estava na América Latina.

Enquanto olhava as pessoas passarem, sentado em um café, percebi que esse lugar era diferente a outros das latitudes do sul, porém não tão diferente. Ainda nesse lugar, a vida se passava um pouco mais devagar. Observei que uma em cada cinco pessoas, que andava sem parar, estava bebendo de uma elaborada cuia coberta de couro com uma bomba de prata e uma garrafa térmica debaixo do braço. Apenas na América Latina alguém pensaria em carregar tanto peso só para desfrutar de sua bebida preferida (Chimarrão, a estimulante erva-mate quente, do qual os uruguaios são apaixonados).

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Pensei, esse é o Uruguai, um contraste entre modernismo e tradição, sofisticado e desinibido.

Enquanto o avião pousava, observei os passageiros sorridentes, andando de um lado para o outro do corredor, falando entre si como se fossem bons amigos. Imaginei os uruguaios como uma grande e carinhosa família, unida por uma história e uma cultura em comum. Com apenas três milhões de habitantes, seu sentido de comunidade é bem mais forte que em outros países.

O Uruguai ainda possui cultura gaúcha. O cidadão urbano também anda a cavalo por sua fazenda, e com certeza em lugar nenhum do mundo tinha visto uma mulher bonita, vestida com roupa desportiva, cortar dois filés com a habilidade de um açougueiro. Em um sábado, enquanto andava pelo parque, observei alguns idosos dançando tango como se fossem garotos apaixonados.

O clima do aeroporto era distendido. Não tinha tensão no ambiente. As pessoas não pensavam em terroristas. Realmente, esse era o refúgio mundial em que os seres humanos viviam em harmonia e em um grande amor fraternal. Pensei: outras pessoas gostariam disso também. Por que não começar um projeto chamado Sugar Loaf?

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